OURÉM – Exposição “Linhas, Manchas e Cores” no restaurante Claustro Monfortino

OURÉM – Exposição “Linhas, Manchas e Cores” no restaurante Claustro Monfortino

A exposição “Linhas, Manchas e Cores”, está patente no restaurante Claustro Monfortino e conta com os quadros de quatro pintores, que fazem da pintura um hobbie. Esta atividade “Arte no Claustro” pretende juntar o prazer pela gastronomia com o gosto pela arte, trazendo, todos os meses, um artista ao espaço do Restaurante de Aplicação da Escola de Hotelaria de Fátima, Claustro Monfortino. A exposição teve início no dia 8 de outubro com a reabertura do Restaurante e irá estar exposta até 31 de outubro.

Sobre os pintores:
São quatro artistas, agora colegas e amigos, que se uniram pelo gosto do fazer artístico. António de Oliveira Rosa, vive em Fátima onde foi empresário da construção civil, mestre em estuques e revestimentos. A alegria que o carateriza, encontra na pintura uma serenidade, presente em todos os trabalhos que cria. É através da pintura a óleo que exprime a relação de encantamento que tem com a vida e com a natureza. São as nuances subtis das cores, as misturas delicadas que o identificam, que perpetuam nos seus trabalhos e que não se esgotam de vontade. São o seu elemento essencial – vida. Carlos Pisa nasceu em Faro, é licenciado em Economia pelo ISEG de Lisboa e vive em Fátima onde leciona Matemática no Colégio do Sagrado Coração de Maria. Em afinidade com a parte exata do pensamento (a razão), as artes são um espaço que também considera seu que por prazer procura manter em crescendo numa busca agradavelmente infinita. É no plano de expressão da pintura, na espacialidade, na luz e na forma, assim como na relação entre as texturas, manchas e linhas com que povoa os suportes planos, que configura narrativas num paisagismo onírico presente e descodificador das superfícies e das texturas. Vê a sua pintura como um conjunto de sonhos com gestualidade que sobretudo lhe conferem felicidade. Fátima Romeiro, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas é natural de Fátima e lecionou Inglês na Escola Básica e Secundária de Ourém. Gosta das vibrações, ténues e delicadas, gosta do fazer, do ver e da construção em arte. Matérias, suportes e técnicas são caminhos percursores de estados de alma com os quais se identifica. Tem –se deixado levar, tranquila, concentrada e cada vez mais cativada através da aguarela. Estes trabalhos apresentados, movem-se pelas linhas e manchas de luz que parecem materializadas em pequenas superfícies de onde a cor explode em pequenos pedaços. São energias de cor, que tece através de manchas, linhas e geometrias que vão sugerindo um encantador patchwork, orgânico e cheio de jogos de movimentos por onde ondula a luz. Graça Esteves nasceu em Lisboa, é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Coimbra e vive em Fátima onde leciona Inglês no Colégio do Sagrado Coração de Maria. O mundo que ela imagina, procura ou recorda tem alegria, harmonia e dinamismo. É através da pintura, com as muitas cores e as diversas texturas que pretende (re)criar o seu espaço e a sua dimensão, na procura do invisível através do visível, uma espécie de mistura de sonho e vida. Trabalha sobretudo com acrílicos sobre suportes rijos, deixando as cores percorrer a tela e encontrar a sua própria textura e dinâmica, tentando captar a luminosidade que o momento contém.