MÉDIO TEJO – Coronavírus. Autoridades de Saúde detectam mais 15 infecções, 12...

MÉDIO TEJO – Coronavírus. Autoridades de Saúde detectam mais 15 infecções, 12 das quais no concelho de Tomar

Foram detectadas mais 15 infecções covid19 no Médio Tejo, num registo total de 12524 desde a chegada da pandemia. Há, agora, 1087 casos activos. De entre os contágios mais recentes, Tomar voltou a ser o concelho mais afectado, com 12, seguindo-se mais um em Abrantes, Alcanena e Torres Novas. Nota, também, para o aumento do número de ‘altas’, especialmente no concelho de Tomar, que teve quase 100 recuperações. No total, na região, já foram dadas como curadas 11067 pessoas. Há a lamentar 355 mortes.

Perante este recente boletim da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, Tomar continua como o concelho com maior número de infecções activas, num total de 271, seguindo-se Alcanena com 216 e Ourém com 210.

Eis os dados actualizados desde o início da pandemia: Ourém (2970 infecções, 2688 recuperações e 78 óbitos. 210 infecções activas), Tomar (2441 casos, com 2122 recuperados e 48 óbitos. 271 infecções activas), Torres Novas (1945 casos, 1740 recuperações e 60 mortes. 145 infecções activas), Abrantes (1484 infectados, 1303 estão curados e 66 mortes. 115 infecções activas), Entroncamento (1062 infecções, 1003 recuperados e 19 mortes*. Oito infecções activas), Alcanena (999 casos, 742 recuperações e 38 vítimas mortais*. 216 infecções activas), Ferreira do Zêzere (610 casos, 522 dos quais já recuperados e 16 vítimas mortais. 72 infecções activas), Mação (427 infecções, 409 recuperados e 14 óbitos*. Três infecções activas), Vila Nova da Barquinha (257 casos, 236 dos quais dados como curados e oito mortes. 13 infecções activas), Sardoal (com 166 casos e 157 recuperados e cinco óbitos. Quatro infecções activas) e Constância (163 infecções, 155 das quais já recuperadas e três mortes. Cinco infecções activas).

* Alcanena tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Entroncamento tem menos seis óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Constância tem menos dois óbitos do que aqueles que já tinham sido avançados em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito.

* Mação tem menos um óbito do que aquele que já tinha sido avançado em virtude de um esclarecimento da DGS, que diminuiu esse ‘registo’ devido à causa efectiva da morte nas certidões de óbito